» » Diabo Na Cruz - Diabo na Cruz: Ao Vivo
Diabo Na Cruz - Diabo na Cruz: Ao Vivo

Diabo Na Cruz - Diabo na Cruz: Ao Vivo

Musician: Diabo Na Cruz
Album title: Diabo na Cruz: Ao Vivo
Style: Alternative Rock, Folk Rock, Pop Rock
Released: 2018
Country: Portugal
Size MP3 version: 1334 mb
Size APE version: 1705 mb
Size WMA version: 1918 mb
Rating ✫: 4.7
Votes: 468
Format: FLAC AC3 MPC FLAC WMA MP2 AU
Genre: Rock / Folk, World, & Country

Diabo Na Cruz - Diabo na Cruz: Ao Vivo


Tracklist

1 200 Mil Horas 5:14
2 Ganhar O Dia 3:47
3 Tão Lindo 3:55
4 Bico De Um Prego 3:14
5 Os Loucos Estão Certos 3:54
6 Sete Preces 3:00
7 Siga A Rusga 4:23
8 Mó De Cima 7:23
9 Luzia 5:05
10 Saias 5:09
11 Dona Ligeirinha 2:43
12 Vida De Estrada 7:37
13 Fronteira 5:37
14 Chegaram Os Santos 4:02
15 Corridinho Do Verão 3:36
16 Fecha A Loja 7:44

Credits

  • Design – Paulo Ribeiro
  • Drums – João Pinheiro (tracks: 1 to 16)
  • Electric Bass, Backing Vocals – Bernardo Barata (tracks: 1 to 16)
  • Electric Guitar – Sérgio Pires
  • Illustration – Paulo Ribeiro
  • Keyboards – João Gil (tracks: 1 to 16)
  • Mastered By – Miguel Pinheiro Marques
  • Mixed By – Pedro Gerardo
  • Photography By – Ana Carolina Araújo, Ana Maria Farinha, Anabela Castro, André Teixeira, Artur Borges, Carlos Lobão, Catarina Alves, Dominique Abreu, Filipe Brandão, Flávia Leitão, Gonçalo Martins, Hélder Melo, Inês Costa, Inês Ferreira, Joana Dias, João Oliveira, Luis Brito, Marco Almeida, Marco Bastos, Miguel Rocha, Nuno Amaro, Octávio Rodrigues, Paulo Bolinhas, Ricardo Quental, Ricardo Vidal, Ricardo da Costa, Rita Bernardo, Rita Freitas, Rogério Salgado, Rolando Ribeiro, Sérgio Honrado, Vasco Coimbra
  • Post Production – João Tereso, Pedro Ferreira, Pedro Gerardo

Notes

Released in digipak.

Barcode and Other Identifiers

  • Barcode: 0190758437323

Link:

Ionzar
"Quem nunca viu Diabo na Cruz ao vivo, não sabe o que é realmente Diabo na Cruz. No palco nasce a mitologia de algo maior. Seguem-se os impulsos e as emoções, cometem-se excessos em nome da libertação e desenha-se uma narrativa entre as canções e as pessoas. Diabo na Cruz é uma banda que se inspira no legado da música portuguesa, mas que é fundamentalmente uma banda rock, ancorada no século XXI. Com rituais resgatados das romarias – o comboio humano que espontaneamente se forma no meio do público em “Chegaram os Santos” – e de concertos de estádio – Jorge Cruz, de guitarra em riste, a saltar da bateria em “Fecha a Loja”. Numa entrega mútua entre público e palco, a banda tem cimentado um percurso único e uma festa sem paralelo no panorama nacional. Foi com a digressão do álbum Diabo na Cruz, editado no final de 2014, que desenvolveram uma relação cada vez mais intensa com o público. Durante mais de dois anos percorreram Portugal por entre auditórios e arraiais, festas e festivais. Descentralizaram o mapa de concertos. Cumpriram a missão de celebrar a cultura portuguesa em todo o Portugal, de fazer festa daquilo que tantas vezes foi apelidado de tristeza. Amaram o país por inteiro, com todos os seus defeitos. Venceram prémios, cresceram e fortaleceram-se enquanto banda. Em cima do palco souberam conjugar as suas diversas facetas e criar equilíbrio entre momentos frenéticos e intimistas. As canções transcenderam-se e ganharam novas dimensões – como a ribombante percussão que abre “Vida de Estrada” ou a metamorfose de “Luzia”, serena e singela ao piano. Tocaram para as pessoas, olhos nos olhos. Devolveram a magia ao mundano. Há um antes e um depois de Diabo na Cruz. Para qualquer seguidor e admirador do grupo, há uma experiência emocional de ligação entre as pessoas e a música. Gente que não se conhece de lado nenhum e que nada tem em comum encontra em Diabo na Cruz o laço que os une. E descobrem que, se calhar, não somos assim tão diferentes uns dos outros. É essa a marca de uma grande banda: unir vidas tão diversas em torno da música. A música de Diabo na Cruz trouxe as pessoas para a rua. Acordou-as, ajudou-as a reconciliar-se com as suas raízes, levou-as a cantar e dançar por este país dentro. Fizeram centenas de quilómetros para os ver, juntaram-se na linha da frente, nas palmas, nos cânticos, nas t-shirts, nos cartazes, nas bandeiras e nos xailes minhotos. Ir a um concerto de Diabo na Cruz é olhar em volta e ver corpos desinibidos (olha o comboinho!), sorrisos parvos e lágrimas malandras. É ver mães e filhas abraçadas, namorados lambuzados, raparigas e rapazes a dançar como se estivessem sozinhos no quarto. É apanhar uma molha descomunal durante um concerto porque naquele momento não há nada mais importante no mundo. É um privilégio viver no mesmo tempo que esta banda, um privilégio poder presenciá-la ao vivo. Estas canções pertencem-nos. Reconhecemo-nos nelas, com elas renascemos e as vivemos. Não digam que não é verdade. Tudo isso aconteceu e a prova está aqui, neste disco."by Ana Patrícia Silva